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	<title>Arquivos Colaboração premiada - Anamaria Prates</title>
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	<description>Advocacia - Brasília/DF</description>
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		<title>A boa-fé e o compartilhamento de provas obtidas por meio de acordo de colaboração premiada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 12:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[boa fé]]></category>
		<category><![CDATA[Boa-fé objetiva]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração premiada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo publicado na Revista Brasileira de Ciências Criminais (RBCCRIM), edição março de 2021 com os professores Vinícius de Paula Vasconcelos e Vanessa Reichert que fala sobre a boa-fé e o compartilhamento de provas obtidas por meio de acordo de colaboração premiada. O presente estudo almeja analisar o problema do compartilhamento de provas obtidas por meio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Artigo publicado na Revista Brasileira de Ciências Criminais (RBCCRIM), edição março de 2021 com os professores Vinícius de Paula Vasconcelos e Vanessa Reichert que fala sobre a boa-fé e o compartilhamento de provas obtidas por meio de acordo de colaboração premiada.</p></blockquote>
<p>O presente estudo almeja analisar o problema do compartilhamento de provas obtidas por meio de colaboração premiada com outros órgãos estatais, no âmbito penal ou extrapenal, à luz da boa-fé objetiva.</p>
<p>A partir de revisão bibliográfica e análise de casos recentemente julgados pelo Supremo Tribunal Federal, o que se pretende responder é se as provas obtidas na colaboração premiada podem ser compartilhadas com outros órgãos estatais, a fim de instruir outros procedimentos e/ou processos em prejuízo ao colaborador.</p>
<p>A boa-fé objetiva se aplica na hipótese de compartilhamento de provas? Se sim, não seria ela um princípio a ser balizado para impedir ou delimitar o compartilhamento de provas? Sustenta-se que a utilização de elementos probatórios produzidos pelo próprio colaborador em seu prejuízo, de modo distinto do firmado com a acusação e homologado pelo Poder Judiciário e fora de seus limites, é prática abusiva que viola a boa-fé objetiva, a qual deve reger o acordo de colaboração premiada.</p>
<p><a href="https://anamariaprates.com.br/wp-content/uploads/2021/05/A-boa-fé-e-o-compartilhamento-de-provas-obtidas-por-meio-de-acordo-de-colaboração-premiada-RBCCrim-177.pdf">CLIQUE AQUI</a> e leia o artigo na sua íntegra.</p>
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		<title>A transversalidade do acordo de colaboração premiada e seus efeitos na demissão do servidor público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[felipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 11:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboração premiada]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Improbidade administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Processo administrativo disciplinar]]></category>
		<category><![CDATA[Servidor público]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presente trabalho procura trazer para o debate os efeitos do acordo de delação premiada na ação de improbidade e no processo administrativo disciplinar, que geram a sanção disciplinar, em que consta cláusula de não demissão do servidor público. O instituto da colaboração premiada encontra-se de tal modo estabelecido que se torna necessário o debate [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<blockquote><p>O presente trabalho procura trazer para o debate os efeitos do acordo de delação premiada na ação de improbidade e no processo administrativo disciplinar, que geram a sanção disciplinar, em que consta cláusula de não demissão do servidor público. O instituto da colaboração premiada encontra-se de tal modo estabelecido que se torna necessário o debate acerca da sua transversalidade e de como os órgãos da Administração Pública podem respeitar cláusula acordada de não demissão do servidor público em favor da segurança jurídica.</p></blockquote>
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<p>A colaboração premiada ainda é instituto incipiente no ordenamento jurídico brasileiro. Vários têm sido os debates em torno do tema, abrangendo desde a questão ética até sua estrutura formal. Percebe-se que os dilemas vêm surgindo na medida em que os acordos vão sendo celebrados. A ausência de uma interpretação sistemática e da aplicação de novos mecanismos de efetividade tem gerado um vácuo no terreno da colaboração premiada.</p>
<p>O presente trabalho procura contribuir com mais uma questão que tem sido levantada relativamente aos acordos de colaboração premiada: qual a repercussão da cláusula de abrandamento da pena de demissão para o servidor público no âmbito da ação de improbidade administrativa e do processo administrativo disciplinar?</p>
<p>Um instituto em que o colaborador deixa de exercer princípios fundamentais como o da não autoincriminação e o da não culpabilidade requer uma análise mais cautelosa do que a referente aos demais acordos. É preciso que o intérprete se atenha aos novos rumos trazidos pela colaboração premiada e sua inserção dentro de uma nova ordem social para que não corra risco de violação de direitos tão caros a um Estado Democrático de Direito.</p>
<p>Neste trabalho, em um primeiro momento, explorou-se a distinção (ou não) entre sanções administrativas e sanções penais, com um tópico dedicado exclusivamente às sanções disciplinares. Procurou-se aqui não adentrar no debate das teorias acerca desses institutos. A finalidade foi de mostrar para o leitor que mais do que nunca o debate entre comunicabilidade e independência de instâncias se faz premente.</p>
<p>Em um segundo momento, analisou-se a consensualidade, tanto na Administração Pública como na “Justiça” Penal. De uma forma sucinta, buscou-se trazer as inovações legislativas, doutrinárias e jurisprudenciais no campo da negociação em assuntos antes não pensados que pudessem ser objeto de acordo.</p>
<p>Abordou-se também a natureza negocial da delação premiada como forma de obtenção de vantagens e da importância, para a efetividade do instituto, do cumprimento das cláusulas acordadas.</p>
<p>Atentou-se para alguns movimentos legislativos nos âmbitos estadual e municipal que buscam trazer a colaboração premiada para o campo da sanção disciplinar, bem como para os efeitos que a colaboração premiada pode gerar na ação de improbidade e no processo administrativo disciplinar quanto à punição do servidor público.</p>
<p>Este trabalho não encerra o debate sobre o tema. Ao contrário: inicia e fomenta a discussão sobre</p>
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<p>os efeitos transversais que a colaboração premiada pode trazer em campo extrapenal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="/wp-content/uploads/2019/08/A-transversalidade-do-acordo-de-colaboração-premiada-rt_periodical_92966206.pdf">Clique aqui para acessar todo o conteúdo</a></p>
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